Apenas mais um post

31 de dezembro de 2009 Deixe um comentário

Longe daqui há um bom tempo. Tempo… na verdade não tenho tido nada de tempo. O pouco que escrevo é no Twitter.

Entre os meus projetos de férias, o principal deles está virando realidade agora (está esbarrando em burocracia).

Enfim… volto quando tiver alguma novidade.

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Férias – o retorno

09 de maio de 2009 Deixe um comentário

Conforme post anterior, esperei muito pelas minhas (primeiras) férias de verdade.

Quase tudo o que eu esperava se confirmou, mas o tempo anda muito curto para escrever.

Logo eu volto para postar um “balanço das férias”.

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Enfim… férias (de programador)!

01 de abril de 2009 Deixe um comentário

Lendo o título deste post, alguém talvez imagine: “Esse cara não gosta muito de trabalhar…”

A verdade é que gosto muito de trabalhar. Principalmente porque trabalho com o que gosto: desenvolvimento de software.

Mas a minha relação com o termo “férias” não foi muito generosa nos últimos anos. Trabalhei por oito anos em uma empresa que nunca me permitiu tirar férias (uma semana de folga mal dava para correr atrás de documentos, médicos, e outras obrigações que não podia fazer em dia de expediente).

A desculpa era sempre a mesma:

Não podemos ficar muito tempo longe do trabalho. Depois, quando volta, volta todo despreparado.

Enfim… cada um sabe como lidar com o seu próprio negócio.

Mas maioria dos programadores que eu conheço aproveita as férias para: descansar (óbvio), viajar, e… estudar! Sim, quase todos (que eu conheço) procuram aprender algo novo nas férias, ler um livro técnico, desenvolver algum projeto que sirva para o seu crescimento profissional, etc.

Finalmente chegou a minha vez de sentir esse prazer (um “muito obrigado” a todos que, de alguma forma, me ajudara nisso).

Tem alguns projetos pessoais de estudo que já estão engavetados há algum tempo. Esse parece ser o momento ideal para dar início a alguns deles. No final desses 30 dias volto aqui para contar.

Observação 1: Este post foi, na verdade, um desabafo. Depois de nove anos sem um descanso apropriado, vou poder relaxar, viajar, tirar um tempo decente para estudar algo novo, e fazer outras coisas que considero muito importantes.

Observação 2: Não… não pretendo ficar fazendo nerdices as minhas férias inteiras. Sou programador, mas não insano (ainda?)

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Windows, Linux e Eu

16 de março de 2009 Deixe um comentário

Uso Linux desde 1996. Comecei com o Slackware, não lembro nem que versão, baixando um monte de disquetes que achei no FTP da UFPR. Fui conseguindo atualizações em CD-ROM com um professor. Em seguida passei a usar o Conectiva Red Hat Linux Marumbi (2.0), lá nos idos 1998. Sempre testando várias distribuições, continuei usando o Conectiva até a versão 10.

Em 2000, com a versão 5, o Conectiva Linux passou a ser o meu principal sistema operacional. Nunca pude abandonar completamente o Windows por causa de alguns softwares que eu preciso usar até hoje.

Sempre gostei desse sistema. Aprendi muita coisa. Me tornei um profissional mais completo.

Em 2005 a Conectiva foi vendida para a MandrakeSoft (tornando-se Mandriva) e o Conectiva Linux que eu usava foi descontinuado. As versões lançadas como Mandriva não me “encantaram” (o que mudou com a versão 2008).

Comecei a procurar alternativas, entre elas Ubuntu e openSUSE. Me acertei bem com eles. Mas nesse meio tempo, enquanto fazia uma instalação atrás da outra, tive que me manter funcionando, e nesse caso foi com o Windows (que eu preciso manter, hoje, por causa de dois softwares que não têm, e não terão, versão para Linux e não rodam bem com Wine). Assim, o Windows voltou a ser o meu principal sistema operacional.

Em março de 2007, troquei definitivamente o Windows XP pelo Windows Vista.

Aqui entrei no grande conflito: Windows ou Linux?

Quando comecei a usar Linux como meu sistema principal, estava bastante insatisfeito com bugs irritantes do Windows. Talvez a geração XP não tenha idéia do ciclo Tela Azul da Morte + Ctrl+Alt+Del + Boot dos Windows 95 e 98. Assim, Linux era uma maravilha.

Com o lançamento do Windows 2000, e principalmente com o Windows XP, esse ciclo deixou de ser evidente e até mesmo desapareceu para algumas pessoas (contei cinco telas azuis durante todo o tempo em que usei o Windows XP e mais seis com o Windows Vista até a presente data).

Ao passo que o Windows melhorou bastante a sua estabilidade, o Linux passou a evidenciar, para mim, bugs irritantes. Um deles é o famos bug do Flash transparente, que parece ter sido corrigido na última versão do Flash Player (sei que o problema do Flash não é do Linux propriamente dito. Mas o fato é que isso acontecia, irritava, e não tinha solução). Outro é o som. Por exemplo, ou o som do Amarok funcionava, ou do Pidgin. Tá certo, não é sempre que acontece isso, mas a verdade é que no Windows que tenho instalado aqui de maneira bem básica, isso nunca acontece.

No Windows, os programas parecem cooperar bem mais entre si do que no Linux.

Agora, sabe qual é a pior parte de tudo isso? É que ainda quero voltar a usar Linux como meu sistema principal. Quero poder desenvolver meus programas, ouvir minhas músicas e ver/organizar minhas fotos no Linux. Tem sido frustrante ter que concodar que o Windows tem se comportado melhor no meus computadores do que o Linux (e não estamos falando de computadores montado com peças de quinta). Não que não dê para fazer tudo isso no Linux, mas tenho sido obrigado a concordar que a coisa tem funcionado de forma mais suave no Windows.

E para piorar ainda mais, estou usando em algumas máquinas o beta (build 7000) do Windows 7 e estou achando fantástico (verdade!).

Quem sabe até o lançamento oficial do Windows 7, o KDE 4 (que estou achando muito bom) ou qualquer outro ambiente/distribuição Linux não me convença.

CategoriasSoftware Livre

Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC!

26 de junho de 2008 Deixe um comentário

…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O BR-Linux e o Efetividade lançaram uma campanha para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e participe – quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!

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Vespas… chega!

08 de outubro de 2007 4 comentários

Sábado, dia de lavar o carro, fiquei sabedo que havia um “pequeno” vespeiro em minha casa, perto de uma janela.

1ª pergunta: “Como não vi isso antes?”

2ª pergunta: “Onde ela está?”

Só fui descobrir onde estava no dia seguinte. Era uma bola de quase 30cm de diâmetro instalada, bem escondida, há poucos metros da janela do meu quarto.

3ª pergunta: “Como tiro essa porcaria?”

Fiz um pequeno teste com veneno aerosol. Vi que elas morriam com facilidade. Mas era uma colônia enorme! Como tinha mais o que fazer, deixei para depois.

À noite fiz o que me recomendaram: liguei para os bombeiros.

- Boa noite. Estou com um baita vespeiro próximo à janela do meu quarto. Vocês podem remover isso?

- Não fazemos mais remoção de colméias ou vespeiros, exceto quando elas estão atacando as pessoas da casa (muito importante isso). Mas recomendamos que procure um apicultor. Aqui estão alguns telefones…

Mais um telefonema:

- Boa noite. O corpo de bombeiros passou o seu número. Gostaria de remover um vespeiro que se instalou em minha casa.

(depois de um pouco de conversa)

- Ah! o sr. mora muito longe, sabe como é, né? Mas é facinho (aqui começaram meus problemas de verdade). O sr. joga veneno daqueles tipo aerosol no vespeiro. Elas vão todas morrer. Depois é só remover o resto.

Que legal! Eu já tinha visto que o veneno funcionava. Gastei tudo o que eu tinha de veneno em cima da dita cuja.

Pensei: “agora é só remover”.

Bati com um rodo para ver se estavam mortas: nada. Bati de novo: nada. “É só arrancar mesmo!”. Forcei o rodo até que um pedaço se soltasse.

Você não tem idéia da quantidade de vespas que voou para cima de mim. Foi o tempo de eu voltar para o quarto (esquecendo a janela aberta) e sair dele pela porta (esquecendo a luz acesa). Para piorar ainda mais meu pesadelo, a porta do quarto está quebrada. Não fecha. Alguém tinha que ficar lá segurando a porta.

Mais um telefonema:

- Alô! É do corpo de bombeiros?… Liguei há pouco falando sobre um vespeiro em minha casa, lembra?… Você disse que só viriam se elas estivessem atacando os moradores da casa, né? Pois é, agora estão. Tem um monte de vespas dentro do meu quarto…

4ª pergunta: “Se era para os bombeiros virem de qualquer jeito, por que não vieram antes? Ainda mais sabendo que a ‘população’ não sabe lidar direito com isso até fazer besteira…”

Por causa de um incêndio (criminoso) perto de casa, eles demoraram cerca de 40 minutos para chegar. Tudo bem, não era nada grave ter 1000 vespas dentro do próprio quarto. Era só esperar mesmo.

Felizmente eles removeram o resto do vespeiro, mataram várias delas. Recomendaram que eu usasse veneno aerosol (de novo!) para eliminar aquelas que entrarem dentro de casa.

Que bom! O meu tinha acabado com a dica do apicultor. Onze horas da noite de domingo, onde vou comprar isso? Ainda mais com o carro cheio de vespas (sim, o vidro ficou aberto por causa de um probleminha elétrico). Acabei pedindo ajuda para um vizinho. Achei numa farmácia.

Duas horas depois já tinha conseguido tirar e limpar quase tudo.

Conclusão: não gostei de brincar disso.

Achei estranho o fato de os bombeiros não removerem antes a colméia, já que as pessoas em geral não sabem fazer esse tipo de serviço direito (não sem antes fazer alguma besteira) e não têm os equipamentos apropriados (um rodo?). Se eles teriam que vir de qualquer forma, acho que poderiam ter respondido já no primeiro chamado. Daria menos trabalho.

Algumas dicas:

ATENÇÃO!!! Estas são observações que fiz a partir do meu problema com vespas e podem não funcionar em outros casos. Use por sua própria conta e risco, sempre com o acompanhemento profissional.

  1. O vespeiro é formado por várias camadas. Não adianta nada fazer alguma coisa com a camada externa. Elas estão bem protegidas lá dentro;
  2. Vespas (pelo menos as que se instalaram lá em casa) ficam próximas à luz. Essa á uma boa maneira para atraí-las e depois despejar veneno;
  3. Também percebi que elas procuram superfícies brancas (carro, paredes, etc.);
  4. Uma dica que um dos bombeiros me deu foi a de fazer uma tocha com querosene e, aos poucos, ir queimando a colméia ou vespeiro. Se isso for feito à noite, elas acabam se dirigindo à chama (sem brincadeira, vi algumas suicidas fazendo isso). Mas deve ser feito com muito cuidado. Depois descobri que as vespas que resolveram me perturbar eram bobinhas. Dava para ficar no meio delas sem ser picado (não conte com isso… esse foi apenas o meu caso). Mas no caso de abelhas ou vespas mais bravas, isso pode ser difícil;
  5. Depois de eliminar a colônia, fique atendo. As remanecentes tendem a formar outra no mesmo lugar ou próximo. As minhas vizinhas estavam se aglomerando próximo ao local do antigo vespeiro. Acho que ainda vou ter trabalho. A prefeitura me orientou a usar óleo queimado e veneno (de novo!) no local e observar bem.
CategoriasPessoal

Suporte da Dell – Bom

31 de julho de 2007 Deixe um comentário

Na verdade, este post é o outro lado da história Suporte da Dell – Péssimo (link retirado, mas falava de um atendimento bastante ruim que recebi do suporte da Dell). Quando nos atendem mal, a gente reclama. Agora que me atenderam bem, acho justo colocar o elogio.

Naquele primeiro atendimento, via Web, parecia que ninguém queria falar nada e ninguém sabia nada. Continuo tendo essa impressão dos atendentes quando se precisa deles para tirar alguma dúvida.

Mas na semana passada, precisei do atendimento para outra coisa: garantia. A bateria do meu notebook começou a diminuir muito a duração. Usando o CD do Ubuntu, vi que ela não passava de 64% do que foi projetada. Até o medidor de saúda da bateria, na BIOS, informava uma certa anormalidade (de forma bem mais sutil que o Ubuntu).

Liguei lá. O primeiro atendente tratou de se livrar de mim, dizendo que se a bateria estava carregando é porque estava tudo bem. Já o segundo foi bastante prestativo, ouvindo com atenção as informações que eu passava.

Resultado: em dois dias úteis tive a minha bateria trocada, sem precisar procurar loja ou rede de assistência técnica. Essa comodidade é muito boa. Só não coloquei um “Ótimo” no título por causa do primeiro atendente que tentou se livrar de mim.

CategoriasConsumidor, Pessoal

Novo servidor

12 de maio de 2007 Deixe um comentário

Nas últimas semanas, o site e alguns outros serviços que administro passaram por alguns problemas de servidor. Peço desculpas pelas paradas constantes.

O servidor é pequeno, já que o volume é mínimo. E depois de 6 anos de uso 24/7, o HD deu seus últimos suspiros.

Já estava planejando uma nova instalação. O servidor antigo usava o bom e velho  (e finado) Conectiva Linux 10, que não tem mais suporte por parte do desenvolvedor. Para mantê-lo atualizado, tinha que ficar atento às listas de segurança e aos sites dos programas que mantinha aberto. Caso saísse uma atualização de segurança, lá ia eu para a instalação manual via fontes. Um terror para quem não tem tempo para isso.

Tudo isso acabou junto com o antigo HD. Fiz uma nova instalação usando o Debian Etch (4.0). Muito bom. Se o Debian mantiver a sua filosofia, pretendo mantê-lo por muito tempo nos meus servidores.

Com a mudança, aproveitei para migrar um outro servidor (o de uso interno). Como os dois têm um baixíssimo volume de processamento, resovli fazer a experiência da virtualização com Xen. Assim economizo uma máquina, ligada 24/7, e energia elétrica.

Ainda não acabei a instalação da segunda, mas nos testes, está indo muito bem. Vale a pena.

CategoriasSoftware Livre

Aprenda a programar em 10 anos

04 de abril de 2007 Deixe um comentário

Recentemente expressei minha frustração com algumas atitudes que percebo em alguns programadores.

Mas algo que me chamou a atenção foi um artigo que li justamente com esse título: Aprenda a programar em 10 anos.

Eu sempre tive que lidar com programadores, na maioria das vezes inexperientes, mas não costumava relacionar as dificuldades deles à inexperiência. Talvez esperasse de mais deles, já que tenho quase 17 anos de programação (e comecei muito novo, o que me deu uma boa vantagem).

Vale a pena começar a levar isso em consideração. E para os que estão iniciando, vale a leitura do artigo.

CategoriasProgramação

Mozilla critica empresas que divulgam bugs

26 de março de 2007 Deixe um comentário

Mozilla critica empresas que divulgam bugs, Felipe Zmoginski, do Plantão INFO – SÃO PAULO – A chefe de segurança da Mozilla, Window Snyder, criticou as empresas de software de segurança. [...]

Ah, se fosse a Microsoft! O que o pessoal do software livre diria? Eu lembro que certa vez a MS realmente fez uma crítica como essas, e a resposta, inclusive da Mozilla, não foi nada branda. Vou tentar encontrar o link, apesar de ser bem antigo.

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